O PTCC arrancou em Braga na mesma toada como concluiu a temporada anterior. O mesmo é dizer, sob o signo do domínio de César Campaniço e do seu BMW 320si.
No entanto a superioridade piloto lisboeta foi mais evidente na primeira do que na segunda corrida, onde apenas um erro de António João Silva permitiu que se voltasse a impor. É que o piloto de Ferreira do Zêzere falhou uma travagem e atalhou caminho, recebendo a respectiva penalização.
Se juntarmos a isto o facto de na qualificação o mais rápido ter sido Francisco Carvalho num dos Leon Super Copa, então podemos pensar que teremos um campeonato mais interessante do que muitos agoiravam.
É certo que o plantel do campeonato mais importante da velocidade portuguesa ainda não é o mais desejável, mas há sempre que ter em mente o país que somos e com a perspectiva de que pode melhorar.
E já agora, o facto de termos um campeão absoluto só contribuirá para melhorar a imagem do PTCC, acabando com a confusão reinante na temporada passada, onde só havia campeões por categorias.










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