Se é certo que se tratou de mais uma vitória da Ferrari, a verdade é que o Grande Prémio da Turquia teve outro sabor. Houve uma real disputa de posições, Felipe Massa ganhou a corrida mas teve de se empenhar muito mais do que no Bahrain, já que Lewis Hamilton e a McLaren trataram de dificultar ao máximo a tarefa do brasileiro, que em Istambul tem uma espécie de feudo depois dos triunfos conseguidos em três anos consecutivos.
Hamilton e a McLaren jogaram com as armas que tinham, a estratégia, já que o MP4-23 parece cada vez mais só poder ganhar ao rival da Ferrari com um azar deste. O terceiro lugar de Kimi Raikkonen acaba também por ser um prémio generoso para o Campeão do Mundo, que podia ter comprometido a sua prova com o toque dado no começo da corrida a um Heikki Kovalainen mais uma vez muito infeliz.
Dos pilotos da BMW Sauber se pode dizer que cumpriram, com Nick Heidfeld a fazer valer-se (e muito bem) da melhor estratégia da sua equipa. Tal como Fernando Alonso, que fez das tripas coração... quer dizer, do Renault um carro pontuável.
Mark Webber esteve ao nível que nos habituou nas últimas provas, embora a Red Bull não lhe proporcionasse a melhor estratégia para terminar diante de Alonso, enquanto Toyota e Honda se espalharam ao comprido. Jarno Trulli ainda esteve em posição de chegar aos pontos, mas o timming da segunda paragem nas boxes foi desastroso - Nico Rosberg agradeceu - enquanto na formação de Brackley nem a força de vontade de Jenson Button, nem Rubens Barrichello a celebrar um novo recorde de participações (257 grandes prémios) valeram.









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