Pedro Petiz mostrou, com o seu título no Eurocup Mégane Trophy, o valor que tinha nas competições monomarca, fazendo a sua progressão para o troféu mais rápido do Mundo; a famosa Porsche SuperCup. O piloto sabia que este seria um ano de dificuldades, mas um desafio muito interessante, com o aliciante de correr perante o público dos grandes prémios de F1 europeus.
Mas os obstáculos estão a ser, talvez, maiores do que o piloto portuense estava à espera. E o que sucedeu após a corrida disputada em Magny-Cours não estava mesmo nas suas piores previsões.
A colisão com o irlandês Damien Faulkner, que tanto o prejudicou na prova francesa – já que na altura estava na segunda posição –, acabou por ser ainda mais nefasta, pois os comissários decidiram fazê-lo descer cinco posições na grelha de partida em Silverstone relativamente ao lugar que conseguir na qualificação.
Não estando em causa penalizações – ainda para mais uma que é muito utilizada na Fórmula 1 – fica a estranheza por ser aplicada pela primeira vez na Porsche SuperCup, quando em situações semelhantes nunca antes fora adoptada.











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