Pois é... A electrónica, aliada nos nossos dias na indústria automóvel, banida da Fórmula 1, às vezes é um impecilho ao bom desenrolar das provas. Foi agora o caso de Álvaro Parente, cujo Dallara ligava e desligada... consoante a vontade do sistema de comando do motor.
Na maior parte do fim-de-semana de GP2 em Istambul o piloto do Porto não contou com a colaboração da sua máquina. Obviamente que sem a sua ferramenta principal o Álvaro não podia fazer milagres...
A primeira «partida» do monolugar nº 8 aconteceu na qualificação, quando Parente fez um pião e nunca mais conseguiu voltar a rodar. Depois, na corrida de sábado, o carro ficou «pregado ao chão» quando se acendeu o semáfro verde.
Depois do Dallara da Super Nova recolher às boxes os mecânicos da equipa ainda conseguiram colocar o motor em funcionamento, mas apenas para Álvaro Parente cumprir umas voltas e abandonar.
A 24ª posição em que arrancava para o confronto de domingo não permitia ao piloto portuense pensar em pontos, já que não podia contar com as paragens nas boxes (obrigatórias na corrida de sábado) e apenas com os primeiros seis a pontuar ficou com os mesmos 11 pontos com que tinha saído de Barcelona.
Resta esperar que no Mónaco as coisas sejam diferentes. Sobretudo não é de esperar que um animal invada o circuito do Principado, como fizeram dois cães na pista turca.






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